SAÚDE, COMBATE À VIOLÊNCIA E EMPREENDEDORISMO, CAUSAS DE REINHOLD STEPHANES JUNIOR ÀS MULHERES

 

SAÚDE, COMBATE À VIOLÊNCIA E EMPREENDEDORISMO, CAUSAS DE REINHOLD STEPHANES JUNIOR ÀS MULHERES

Elas representam 52% do eleitorado brasileiro e, em uma década e meia, o número de famílias chefiadas por mulheres mais que dobrou. De acordo com o estudo elaborado pelos demógrafos Suzana Cavenaghi e José Eustáquio Diniz Alves, coordenado pela Escola Nacional de Seguros, o contingente de lares em que elas tomam as principais decisões saltou de 14,1 milhões, em 2001, para 28,9 milhões, em 2015 (um avanço de 105%).

“Ou seja, elas estão reduzindo a desigualdade, conquistando espaços e aumentando sua participação no mercado de trabalho. E é por isso que temos que trabalhar, apresentar projetos de lei e discutir políticas públicas voltadas às elas”, comentou o candidato a deputado federal, Reinhold Stephanes Junior (PSD).

Ele reconhece que elas ainda têm muitos desafios a serem enfrentados como por exemplo, garantir igualdade de oportunidades no mercado de trabalho. “Elas reverteram algumas desigualdades de gênero e reduziram outras. Superaram os homens em vários níveis educacionais e há mais mulheres no mercado de trabalho”, pontuou, ao comentar que elas ainda ganham menos e precisam de mais incentivos.

BANCO DA MULHER EMPREENDEDORA

Por isso, ele apoia a proposta do candidato ao Governo do Paraná, Ratinho Junior (PSD), de criar o Banco da Mulher Empreendedora para incentivar e fomentar empreendimentos liderados por mulheres, garantindo sua independência financeira e de decisão sobre seus negócios e suas vidas. “Muitas delas querem empreender, ter seu próprio negócio e não tem linha de crédito ou incentivos, por exemplo. Queremos levar oportunidades e facilidades às mulheres. Elas precisam de alternativas econômicas e financeiras”, afirmou.

Mas Reinhold Stephanes Junior também quer incentivar e garantir recursos para programas de combate a violência contra a mulher e de políticas públicas voltadas à área da saúde da mulher. “Não é admissível que o Brasil seja o quinto país que mais mata mulheres no mundo. Ou que não tenhamos programas voltados à saúde pública da mulher e ações sociais para inclusão e de empreendedorismo feminino. Vamos trabalhar para garantir isso”, afirmou.


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